Por que certas pessoas atraem mais os pernilongos? Entenda
Aedes aegypti, mosquito que transmite dengue, Zika e chikungunya
Raul Santana
Qualquer um que tenha passado uma tarde de verão espantando mosquitos ou um dia coçando suas picadas concordará: os mosquitos são os piores. Mas os odores que nós, humanos, produzimos são grande parte do que os atrai.
Em um estudo publicado, cientistas ajudaram a determinar os vários produtos químicos de odor corporal que atraem esses insetos.
Os mosquitos pertencem à família das moscas e na maioria das vezes se alimentam de néctar. No entanto, as fêmeas que se preparam para produzir ovos precisam de uma refeição proteica extra: o sangue.
Na melhor das hipóteses, uma mordida só vai deixar você com uma protuberância vermelha e coceira. Mas as picadas de mosquito muitas vezes se tornam mortais por causa dos parasitas e vírus que carregam. Uma das doenças mais perigosas é a malária.
A malária é uma doença transmitida pelo sangue causada por parasitas microscópicos que se instalam nos glóbulos vermelhos. Quando um mosquito pica uma pessoa infectada com malária, suga o parasita junto com o sangue.
Depois de se desenvolver no estômago do mosquito, o parasita “migra para as glândulas salivares e é cuspido de volta na pele de outro hospedeiro humano quando o mosquito retoma a alimentação sanguínea”, explica o Dr. Conor McMeniman, professor e microbiologia associado a Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health e o Johns Hopkins Institute for Malaria Research, em Baltimore.
“A malária continua a causar mais de 600.000 mortes por ano, principalmente em crianças com menos de 5 anos de idade e também mulheres grávidas”, diz McMeniman, principal autor do novo estudo publicado na revista acadêmica Current Biology.
“Isso causa muito sofrimento em todo o mundo, e parte da motivação para este estudo foi realmente tentar entender como os mosquitos que transmitem a malária encontram os humanos”.
McMeniman, junto com os pesquisadores de pós-doutorado da Bloomberg e os primeiros autores do estudo, Diego Giraldo e Stephanie Rankin-Turner, focaram no Anopheles gambiae, uma espécie de mosquito encontrada na África subsaariana. Eles fizeram parceria com o Macha Research Trust da Zâmbia, liderado pelo Dr. Edgar Simulundu, diretor científico.
“Estávamos muito motivados para desenvolver um sistema que nos permitisse estudar o comportamento do mosquito da malária africana em um habitat que refletisse seu habitat natural na África”, explica McMeniman.
Os pesquisadores também queriam comparar as preferências olfativas dos mosquitos entre diferentes humanos, observar a capacidade dos insetos de rastrear cheiros a distâncias de 20 metros e estudá-los durante suas horas mais ativas, entre 22h e 2h.
Para atender a todos esses requisitos, os pesquisadores criaram uma instalação protegida do tamanho de um rinque de patinação. No perímetro da instalação havia seis tendas onde os participantes do estudo dormiriam.
O ar das tendas, contendo o hálito característico e o odor corporal dos participantes, foi bombeado através de longos tubos para a instalação principal em almofadas absorventes, aquecidas e infundidas com dióxido de carbono para imitar um ser humano dormindo.
Centenas de mosquitos na instalação principal receberam os odores dos sujeitos adormecidos. Câmeras infravermelhas acompanharam o movimento dos mosquitos em direção às diferentes amostras. (Os mosquitos usados no estudo não estavam infectados com malária e não conseguiam atingir humanos adormecidos).
Os pesquisadores descobriram o que muitos visitantes podem atestar: algumas pessoas atraem mais mosquitos do que outras. Além disso, análises químicas do ar nas lojas revelaram as substâncias causadoras de odor que atraem ou não os mosquitos.
Os mosquitos foram mais atraídos pelos ácidos carboxílicos do ar, incluindo o ácido butírico, um composto encontrado em queijos “fedorentos” como Limburger. Esses ácidos carboxílicos são produzidos por bactérias na pele humana e geralmente não são perceptíveis para nós.
Enquanto os ácidos carboxílicos atraíam os mosquitos, outro produto químico chamado eucaliptol, encontrado nas plantas, parecia detê-los. Os pesquisadores suspeitaram que uma amostra com alta concentração de eucaliptol poderia estar relacionada à dieta de um dos participantes.
Simulundu disse que encontrar uma correlação entre os produtos químicos nos odores corporais de diferentes pessoas e a atração dos mosquitos por esses odores foi “muito interessante e emocionante”.
“Essa descoberta abre caminhos para o desenvolvimento de iscas ou repelentes que podem ser usados em armadilhas para alterar o comportamento de busca de hospedeiros dos mosquitos, controlando assim os vetores da malária em regiões onde a doença é endêmica”, disse Simulundu, coautor do estudo.
A Dra. Leslie Vosshall, neurobióloga e vice-presidente e diretora científica do Howard Hughes Medical Institute, que não participou do estudo, estava igualmente entusiasmada. “Eu acho que é um estudo muito interessante”, disse ele. “Esta é a primeira vez que tal experimento foi feito nesta escala fora do laboratório.”
Vosshall investiga outra espécie de mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. Em um estudo publicado no ano passado na revista acadêmica Cell, ela e seus colegas descobriram que essa espécie de mosquito também busca ácidos carboxílicos produzidos por bactérias na pele humana.
O fato de essas duas espécies diferentes responderem a sinais químicos semelhantes é positivo, diz ele, porque pode facilitar a criação de repelentes de mosquitos ou armadilhas em geral.
A pesquisa pode não trazer consequências imediatas para evitar picadas de insetos no próximo churrasco. Vosshall observou que mesmo esfregar com sabão sem perfume não remove os odores naturais que atraem os mosquitos. No entanto, ele observou que o novo trabalho “nos dá algumas pistas muito boas sobre o que os mosquitos usam para nos caçar, e entender o que é é essencial para darmos os próximos passos”.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-porque-algumas-pessoas-atraem-mais-os-mosquitos-do-que-outras/
O rádio nos anos 60
O censo de 1960 nos fornece ainda dados quando às principais características dos domicílios particulares, nos quais detalha itens tais como o abastecimento de energia elétrica e a posse de aparelhos eletrodomésticos como rádio, geladeira e televisão, entre outros.
A Jovem Guarda da década de 60Pode-se observar a proximidade entre os índices de fornecimento de energia elétrica e o da existência de aparelhos de rádios nos domicílios visitados – 38,54% do total com energia elétrica e 35,38% do total com aparelhos de rádio. Do mesmo modo se pode perceber que somente uma pequena parcela da população tinha acesso aos aparelhos de televisão – 4,6% do total -, sendo que se passarmos para o quadro rural, o número domicílios que possuíam de aparelhos de televisão é inexpressivo.
A proximidade entre os índices de energia elétrica e de aparelhos de rádio nos permite afirmar que ocorreu um processo de popularização do rádio, fazendo dele quase que uma presença obrigatória nos lares brasileiros, uma espécie de utensílio indispensável. Os aparelhos de rádio dos anos 40 e 50 ainda eram relativamente grandes, principalmente se comparados ao tamanho dos atuais, e necessitam de energia elétrica ou de geradores para funcionarem – os aparelhos transistorizados somente invadiram efetivamente o mercado nacional no final dos anos 60. As próprias características físicas do aparelho de rádio faziam com que ele ainda se mantivesse como um aparelho de escuta coletiva, o que permitia uma possível troca de impressões entre aqueles que se reuniam em torno dele. É importante chamar a atenção para o fato de que no período citado as famílias brasileiras mantinham o hábito de se reunirem para jantar, ouvir o rádio e conversarem sobre as notícias do dia.
Um outro indicador da popularização, ou até mesmo da banalização da presença do rádio nos grandes centros urbanos, é o de que em uma pesquisa do IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública) de 196010), sobre o potencial efetivo dos mercados carioca e paulista para as utilidades domésticas o rádio simplesmente foi excluído, foram apuradas a existência de aparelhos de TV, colchões de mola, máquinas de lavar roupa, refrigeradores, liquidificadores e enceradeiras, ou seja, como o rádio já era presença constante nos lares brasileiros não servia como indicador de renda. Da mesma forma que, ainda em 1960, o IBOPE realizou uma pesquisa sobre a forma através da qual os habitantes de Belo Horizonte conheceram a loja Ducal e no resultado 73% dos entrevistados responderam que tal conhecimento ocorreu através dos anúncios de rádio, seguidos de 18% que o fizeram através dos jornais e 12% pela televisão.
O rádio chegava ao final dos anos 50 e início dos 60, consolidado em sua posição de meio de comunicação de massa, como um elemento fundamental na formação de hábitos na sociedade brasileira. Dos anos 30 aos 60, o rádio foi o meio através do qual as novidades tecnológicas, os modismos culturais, as mudanças políticas, as informações e o entretenimento chegavam ao mesmo tempo aos mais distantes lugares do país, permitindo uma intensa troca entre a modernidade e a tradição. O rádio ajudou a criar novas práticas culturais e de consumo por toda a sociedade brasileira.
Fonte:colaweb.com
Venha conhecer a origem da música sertaneja e sua evolução com o passar do tempo
Quem nunca aí curtiu uma dor de cotovelo escutando música sertaneja?! Pois é, atire a primeira pedra quem nunca se viu nessa situação. Mas, antes de você embarcar nessa onda nostálgica de imaginar os “crushes” que quebraram seu coraçãozinho, eu tenho uma pergunta pra fazer: você sabe a origem desse estilo musical?
Assim, talvez como muitas pessoas, você não saiba onde o sertanejo surgiu. Esse ritmo que foi se transformando ao longo das décadas, passando por um momento totalmente romântico e caipira, nos anos 90. Porém, no decorrer de 2000 foi se transformando em um estilo mais a gosto do público jovem. Então, o sertanejo passou do estilo “caipira” e seu tema do homem do campo, modernizando-se e invadindo as grandes cidades, virando ritmo popular e até trilha sonora das novelas de sucesso, e claro, das baladas também.
A origem
Antes conhecida como “música caipira”, o sertanejo surgiu a partir da década de 1910 por compositores em sua maioria de zonas rurais e do sertão. Por conta disso, a palavra “sertanejo” deriva se de “sertão”, dado que sertanejo é aquele que vem do sertão, ou seja, região afastada dos grandes centros urbano. Nesta época esse tipo de música era mais comum neste tipo de localidade, não fazia muito sucesso nas zonas urbanas.
As regiões do país onde o gênero era mais comum são: interior de São Paulo, de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás.
O sertanejo foi influenciado por diferentes movimentos musicais como: emboladas, fado português e modas. E tem como principal instrumento a “viola caipira”, que ainda é muito conhecida nos dias atuais.
No entanto, o sertanejo foi se modificando com o passar do tempo. Por consequência, esse gênero tem quatro fases – Vamos conferir!
Sertanejo de Raiz (1910 – 1940)
Apesar de intitularmos as primeiras canções sertanejas de “Sertanejo de Raiz”, naquela época, a sociedade conhecia esse gênero como “Música Caipira”. Pois exprimia temas como a vida do interior, o cotidiano rural e a vida simples na roça, além da contemplação da natureza.
A primeira música desse estilo a ser gravada foi em 1929, pelo jornalista Cornélio Pires. A canção “Jorginho do Sertão”, uma moda de viola, expressa exatamente os acontecimentos do cotidiano da vida do interior e da roça.
Outros exemplos desse gênero musical que ganharam projeção nacional na época foram: Torres e Florêncio, Alvarenga, Vieira e Vieirinha, Ranchinho e a famosa dupla Tonico e Tinoco que são conhecidos até hoje – Quem não conhece a canção “moreninha linda do meu bem querer”?!
Transição para o sertanejo moderno (1940 – 1970)
A Segunda Guerra Mundial chegava ao fim, a comunicação já ultrapassa as fronteiras por conta do surgimento da televisão. Por consequência surgiram novos interpretes que ajudaram a expandir esse ritmo musical. Ademais, com a chegado deles , novos instrumentos como acordeão e harpa (influência polca europeia) também foram adicionados às músicas.
Mas só foi em 1956 com a primeira edição da tradicional Festa do Peão de Barretos que esse estilo musical se potencializou. Já em 1957 surgiu a primeira dupla sertaneja: Torres e florêncio, referência dessa época.
Outras duplas que ganharam destaques neste período foram: Irmãs Castro e Castinha, Inhara e as eternas Irmãs Galvão.
Em 1970 inicia uma fase onde o sertanejo começa a incorporar a seu estilo outros ritmos musicais. Um exemplo disso é a o cantor Tião Carreiro, que misturava o samba.
Ainda nos anos 70 surgiu uma dupla que ainda é muito conhecida nos dias atuais: Milionário e José Rico. A qual ganhou o título de “Pais do Sertanejo Moderno”, pois eles investiram em outros instrumentos como violinos e trompetes.
Você consegue lembrar dessas frases:
“Eu sou a própria verdade
Chegou o momento
Eu vou te julgar
Pedi pra você não matar
Nem para roubar
Roubou e matou …”
Lembrou? Claro que sim né! Quem pode esquecer esse grande sucesso de Milionário e José Rico.
Sertanejo Romântico ( 1970 – 2000)
É nessa fase do sertanejo que entramos no ritmo que conhecemos atualmente. Aqui os músicos brasileiros já eram bombardeados por influências de canções norte-americanas. Consequentemente surgiram vários outros cantores e duplas, das quais mesclavam ritmos e também incluirão outros instrumentos musicais como a guitarra elétrica, que foi inserida para deixar o ritmo mais “jovem”, como disse a dupla Léo Canhoto e Robertinho.
Lembra do cantor Sérgio Reis e do seu figurino de cowboy? Então, ele é dessa época e emplacou vários sucessos como esse: “Não interessa se ela é coroa, panela velha é que faz comida boa!”
A modernização do sertanejo levou o estilo a outro patamar. O ritmo agradou mais e ficou mais receptivo para as rádios FM. Mas só foi nos anos 80 que o gênero alcançou seu auge com as letras românticas.
Os percursores dessa nova fase do sertanejo romântico foram: Zezé di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, João mineiro e Marciano, Rick e Renner, João Paulo e Daniel, além de artista solo, como a diva do vozeirão Roberta Miranda.
Sertanejo Universitário (2000)
Depois de toda transformação no decorrer de décadas, o sertanejo ganhou a versão que conhecemos hoje, o intitulado “Sertanejo Universitário”. O ápice do ritmo e o mais aclamada pelo público jovem. Ele é tocado em festas, baladas e em todas as rádios do país. Não importa aonde você for, com certeza irá escutar no decorrer do seu dia pelo menos “algumas ou umas” música sertaneja.
Essa nova geração do sertanejo é jovem e cheia de vida e histórias para contar, bem longe daquele contexto caipira. Já dizia Michel Teló: “Aí se Eu Te Pego”, ou Naiara Azevedo com seu famoso “Toma aqui uns 50 Reais”.
Outros grandes nome do sertanejo universitário são: Gustavo Lima, Simone e Simaria (aproveita e participe da nossa PopEnqueta), Marília Mendonza, Luan Santana, Lucas Lucco, Henrique e Juliano, Mathues e Kauan, Fernando e Sorocaba, Maiara & Maraisa, Zé Neto e Cristiano, entre muitos outros.
Bom, não preciso falar muito mais dessa nova trajetória desse movimento que hoje virou “Pop” e, que ganhou contornos mais modernos. Hoje o sertanejo universitário fala a linguagem dos jovens da cidade grande, baladas, corações partidos, traições e conquistas materiais e amorosas e está bem longe do que era no começo.
Fonte:https://popnow.com.br/
Música sertaneja: História, evolução e nomes de sucesso
Fonte:https://radioalofm.com/
Sertanejo raiz: o início de tudo
Não é à toa que a palavra sertanejo vem de sertão. Foram nas áreas rurais que esse gênero começou a surgir, quando trabalhadores de fazendas e tropas de gado se reuniam ao fim do dia para comer, beber e contar histórias, geralmente em torno de uma fogueira e acompanhados de uma viola.
Inspirado por essas modas, o pesquisador, jornalista e escritor Cornélio Pires decidiu gravar um disco com fragmentos de músicas típicas do interior paulista, de Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Lançado em 1929, a obra esgotou-se rapidamente nas lojas, marcando o início oficial do gênero.
Nessa época, as composições eram muito relacionadas à vida no interior, passando por questões como as paisagens bucólicas e as diferenças da realidade urbana. Algumas duplas conhecidas eram, por exemplo, Mandi e Sorocabinha, Mariano e Caçula e Tonico e Tinoco.
Suas composições eram normalmente chamadas de música caipira, mas, hoje, são classificadas como sertanejo raiz. Além desta, outras três fases principais de sertanejo surgiram ao longo dos anos, trazendo ritmos, instrumentos e temas diversos para o gênero já conhecido.
Fonte:https://www.sabra.org.br/
Acesso global: Uma web rádio pode ser acessada em qualquer lugar do mundo com conexão à internet
Baixo custo: As web rádios geralmente têm custos operacionais mais baixos do que as rádios tradicionais, já que não precisam alugar uma frequência de rádio ou construir uma torre para transmitir o sinal. Isso significa que é mais fácil e acessível para pessoas e organizações criarem sua própria rádio online.
Maior variedade: As web rádios têm uma variedade maior de conteúdo do que as rádios tradicionais, pois não estão limitadas a um único gênero musical ou tipo de programa. Isso significa que há uma maior diversidade de programação disponível para os ouvintes.
Interatividade: As web rádios podem oferecer interatividade com seus ouvintes, permitindo que eles enviem solicitações de músicas, façam perguntas ou deixem comentários em tempo real. Isso pode ajudar a criar uma conexão mais forte entre a rádio e seus ouvintes.
Promoção: As web rádios podem ser uma ferramenta de promoção para músicos e bandas independentes, já que podem tocar suas músicas e apresentá-los a um público mais amplo. Isso pode ajudar a aumentar a visibilidade desses artistas e ajudá-los a encontrar novos fãs.
Em resumo, as web rádios oferecem uma alternativa acessível e versátil às rádios tradicionais, permitindo que pessoas e organizações criem conteúdo e alcancem uma audiência global de forma fácil.
Fonte:https://blog.brascast.com/post/qual-a-importancia-de-uma-web-radio
Por que ouvir rádio? Os principais motivos para amar esse meio
De acordo com o Kantar Ibope Media, 89% das pessoas nas principais regiões metropolitanas do Brasil ouvem rádio, o equivalente a 52 milhões de brasileiros. Mas, diante de um universo tão vasto de entretenimento como o que temos hoje, incluindo TV, Internet, serviços de streaming de músicas, por que as pessoas ainda ouvem rádio? Listamos alguns possíveis motivos para que a rádio ainda seja tão importante!
A rádio é democrática
O fato de chegar com rapidez e qualidade a lugares remotos do mundo, de uma forma que a televisão e a internet não fazem, é um grande diferencial. Pode parecer inacreditável, mas existem lugares aonde o sinal de TV não chega! Além disso, a rádio é o meio de comunicação mais rápido que temos atualmente. Podemos ver isso claramente durante transmissões de jogos ao vivo, onde quem está ouvindo rádio sabe primeiro se o gol foi feito ou não. A informação só é mostrada na televisão alguns segundos depois de chegar à rádio.
A rádio é rápida
Além de o sinal chegar primeiro aos ouvintes de rádio, este meio de comunicação também é mais rápido na captação e divulgação de notícias. Não é necessário gravar imagens ou ficar muito tempo redigindo e revisando um artigo. O repórter de rua envia o acontecimento por mensagem e o locutor o informa ao vivo, ou então o repórter já se pronuncia diretamente do local. Não é preciso muita preparação, apenas um pouco de improviso e um celular. Caso aconteça, por exemplo, um acidente de trânsito que esteja causando engarrafamento, há mais certeza de encontrar informação sobre isso na rádio do que na Internet ou na TV. De acordo com o Kantar Ibope Media, 35% dos ouvintes de rádio declaram consumir o meio quando precisam de uma atualização rápida das notícias.
A rádio é simples
Não é preciso muita coisa para ouvir rádio. Qualquer celular com acesso a internet conseguirá facilmente ouvir uma rádio, seja através de um aplicativo próprio ou do próprio site da emissora. Com o aumento da tecnologia, hoje é possível acompanhar as transmissões de uma rádio e também interagir com a mesma enviando recados e pedindo músicas através de um simples aplicativo instalado em seu celular.
A rádio é prática
Não dá para trabalhar enquanto se assiste TV ou se atualiza nas redes sociais, né? Mas é possível trabalhar ouvindo rádio: o ouvinte sintoniza em sua emissora favorita, ouve suas músicas prediletas e recebe as notícias do dia enquanto trabalha. Atualmente, as pessoas não têm tempo para dar uma pausa e ler um jornal, seja o tradicional ou o eletrônico. Nesse aspecto, a rádio se sobressai muito, pois além de ser possível ouvi-la durante o trabalho, ela também está presente dentro de casa, no celular e no carro.
A rádio tem identidade
As emissoras de TV trabalham com um público muito amplo. Vários programas são transmitidos para o país inteiro ao mesmo tempo, e há pouco espaço para segmentação. Na Internet a situação é ainda mais complexa, pois podemos nos comunicar com o mundo inteiro tendo pouquíssimas restrições. A rádio, entretanto, é a voz da região. O sinal das emissoras que fazem sucesso nas capitais não chega ao interior, permitindo o desenvolvimento de rádios com identidades fortes em cada canto do país. Elas se comunicam com um público muito específico e segmentado, gerando uma forte ligação entre os ouvintes e a emissora.
A rádio é próxima
Você sabia que as pessoas se relacionam com a rádio como se esta fosse um membro da família? Não existe tanta interação com os jornais ou com a televisão como há com a rádio. Os ouvintes gostam de participar da programação, sugerir músicas, ligar para a rádio, ouvir seu nome sendo falado pela voz do locutor. Por isso, as pessoas tem tendência a ouvir sempre as mesmas emissoras, como informa o Kantar Ibope Media: 92,3% dos ouvintes escutam de 1 a 3 emissoras durante uma semana.
A rádio fideliza
Normalmente, as pessoas se fidelizem a um único canal de televisão quando há poucas opções para assistir. A probabilidade de existir essa fidelidade cai bastante quando se tem TV a cabo. Com a variedade maior, a audiência tende a se dispersar mais. Isso não ocorre com as rádios. Os ouvintes, mesmo que tenham muita opção de escolha, continuam fieis a uma emissora, ou, no máximo, a três emissoras diferentes, como informado logo acima. As rádios possuem uma identidade própria com a qual o ouvinte se identifica e permanece fiel, tendo dificuldade ao se conectar a emissoras novas.
A rádio diverte
Além de conteúdos musicais e noticiosos, a rádio também conta com muitos programas de teor humorístico. Esse é um aspecto muito versátil e vantajoso, tanto para as emissoras quanto para os ouvintes. Uma dona de casa, por exemplo, pode arrumar a cozinha enquanto ouve seu programa de humor favorito, diminuindo o peso da tarefa e aumentando sua conexão com a rádio.
A rádio é inovadora
Apesar de ser um dos meios de comunicação mais tradicionais, a rádio ainda tem espaço para inovação. Dentro da própria emissora é possível criar podcasts, talkshows, entrevistas com artistas, programas humorísticos, entre diversas opções. A rádio também transmite as novidades mais frescas do mundo da música, os álbuns novos de artistas consagrados e os singles que estouraram pelo mundo.
Depois de listar tantas vantagens em relação a outros meios de comunicação, é fácil entender porque as pessoas ainda amam ouvir rádio: ela cria uma conexão com o ouvinte e o fideliza pelo conteúdo e praticidade do meio. Esse é o meio de comunicação faz companhia às pessoas durante seu dia, principalmente pelo tom pessoal e individual que o locutor emprega em sua fala. É, sem dúvida, a forma mais versátil de consumir conteúdo desde seu surgimento.
Fonte:https://www.omegasistemas.com.br/Noticia?id=321&item=Por-que-ouvir-radio?-Os-principais-motivos-para-amar-esse-meio
As vantagens das Web Rádios
Mais uma vantagem do streaming de rádio online, é poder ouvir conteúdos de rádios do mundo todo através de seus smartphones, sem ter custo adicional. Beneficiando também as rádios em si, pois alcançam uma audiência muito maior.
Clique na imagem para ouvir os grandes sucessos dos tempos das serestas e serenatas.
Terra e Paixão - Novela incomoda o agronegócio
Iniciada no dia 8 de maio, com o nome Terra e Paixão, assinada pelo conhecido dramaturgo Walcyr Carrasco, a trama é ambientada na fictícia cidade de Nova Primavera, no Mato Grosso do Sul.
Além de temas relacionados à realidade brasileira como homossexualidade, violência doméstica, o tráfico de drogas e a exploração sexual, a novela aborda também o agronegócio.
Conforme a crítica especializada, o autor repete fórmulas já usadas em outras obras, como o filho rejeitado pelo pai por ter causado a morte da mãe no parto, a mocinha sofredora que enfrenta mil obstáculos para ser feliz, o casal de trans que luta contra o preconceito, o segredo que envolve a origem dos personagens e a disputa por herança.
Mas independente dessa fórmula clichê que faz com que a obviedade esteja presente, deixando claro o que vai acontecer já no próximo capítulo, vamos tratar aqui das abordagens que a novela faz em relação ao Agronegócio.
A trama tem como um dos protagonistas um poderoso fazendeiro, latifundiário, que utiliza da força e dinheiro para lutar por terras, briga por posse de água, desrespeita as leis e o direito alheio. Imagem bem diferente da realidade do verdadeiro produtor brasileiro que atua na lida do dia a dia no campo.
Sabemos bem o quanto a imprensa critica o Agro, os artistas se manifestam contra o agro, os professores ensinam contra o Agro, os políticos votam contra o Agro, os jovens estudantes gritam contra o Agro, a população das grandes cidades não o conhece, mas é contra o Agro.
E se não bastasse tudo isso, uma emissora de TV exibe uma novela em horário nobre para mostrar a milhões de brasileiros uma imagem depreciativa desse importante segmento para nosso país, preferindo estigmatizá-lo de forma negativa, como se estivéssemos nos tempos dos coronéis.
O agronegócio do Século XXI é moderno, é tecnológico, é eficiente e produtivo.
As novas gerações estão assumindo posições de liderança no Agronegócio brasileiro, seja nas fazendas, nas empresas familiares ou em grandes corporações, com uma mentalidade cada vez mais conectada com a questão ambiental, social e de gestão.
Não existe mais espaço para o “coronel” apresentado nessa novela, pois o mundo mudou, as relações de trabalho se modernizaram, a questão ambiental é essencial para a produtividade e a inovação tecnológica chegou
Fonte: Patos Notícias (https://patosnoticias.com.br/?p=297263)
O que é labirintite ?
Quais são os sintomas da labirintite? O que causa? Como tratar?
Embora seja amplamente conhecida pela sensação de tontura e vertigem, bem como pelo alto risco de provocar uma queda, a labirintite é uma inflamação do ouvido interno que pode levar a um quadro bem mais complexo do que se imagina.
Dessa forma, enquanto o foco frequentemente cai sobre como aliviar a tontura, o ideal é conhecer o que a causa e quais os sintomas de labirintite que podem acompanhar suas crises agudas. Além disso, é relevante observar quem tem mais risco de desenvolvê-la e o que pode ser feito para prevenir acidentes.
Continue lendo e veja não só como acabar com a tontura da labirintite, como também expandir sua compreensão sobre o que é essa doença, suas causas e como é feito o tratamento para assegurar a qualidade de vida e proteger o bem-estar de quem sofre desse problema.
O que é labirintite?
A labirintite é a infecção que atinge o labirinto, uma sensível estrutura do nosso ouvido interno, que atua diretamente no controle da audição e também no equilíbrio corporal.
Ela pode ocorrer como complicação de diversas viroses distintas, incluindo a gripe e o resfriado, que atingem o sistema respiratório, mas podem se estender para essa região em casos mais severos.
Em termos práticos, a inflamação do labirinto causa inchaço, dor e irritação nesse órgão, prejudicando a captação e envio de sinais auditivos e relacionados a manutenção do equilíbrio para o sistema nervoso central.
Dessa forma, o nosso cérebro não consegue se comunicar claramente com o ouvido interno, causando danos temporários para as funções atribuídas ao labirinto. De acordo com o que causa a labirintite, os episódios podem se manifestar por dias ou semanas. Casos mais graves podem se tornar crônicos.
Geralmente, crises agudas de labirintite são mais comuns do que manifestações crônicas. Nesse caso, pessoas com mais de 40 anos são mais suscetíveis a esses eventos, embora indivíduos de qualquer idade possam sofrer com o problema.
Por outro lado, temos outros fatores de risco relacionados à labirintite, que são:
hipoglicemia;
diabetes;
hipertensão;
otites e outras inflamações;
consumo de álcool, café ou tabaco;
uso contínuo ou excessivo de certos medicamentos, como alguns tipos de antibióticos e anti-inflamatórios;
estresse;
ansiedade;
depressão.
Quais são os sintomas da labirintite?
A perda de equilíbrio e a sensação de tontura estão na ponta da língua quando nos perguntamos quais são os sintomas da labirintite. No entanto, a lista que melhor descreve esse quadro é um tanto quanto extensa, com vários problemas que também merecem atenção, principalmente durante as crises.
No geral, os sintomas da labirintite são os seguintes:
tontura e vertigem;
náusea;
perda de audição;
zumbido no ouvido;
desequilíbrio;
sensação de estar caindo;
vômito;
transpiração excessiva.
Sabendo quais são os sintomas da labirintite, podemos falar um pouco mais sobre os tipos de efeitos que acontecem durante os eventos de manifestação aguda.
Começando pelo mais característico, temos a tontura, vertigem, desequilíbrio e sensação de estar caindo, que pode causar acidentes mais sérios por conta da queda, especialmente quando afeta pessoas idosas, que possuem a estrutura óssea fragilizada.
Na sequência, temos os efeitos sentidos na audição. Durante crises de labirintite, a pessoa pode desenvolver um zumbido no ouvido e sofrer redução ou perda temporária da capacidade auditiva.
Por fim, esses eventos podem provocar aumento na transpiração, a pessoa começa a suar bastante, assim como a ocorrência de alterações gastrointestinais, como náusea, vômito, dor abdominal, entre outros.
O que causa labirintite?
Em relação ao que causa labirintite, temos o mesmo caso de diferentes cenários que podem desencadear a inflamação e provocar crises. De modo geral, infecções virais ou bacterianas são as mais frequentes, especialmente as que afetam o sistema respiratório superior ou o ouvido médio.
Otites são as causas mais diretas e próximas do labirinto, porém, sinusites, gripes e resfriados também podem levar a esse quadro, já que o ouvido interno está interligado com a garganta, a boca e até as narinas.
Também é possível afirmar que a gripe pode agravar a labirintite, no caso da pessoa já apresentar uma predisposição a esse quadro e adquirir essa infecção viral. A dificuldade então acontece porque os sintomas tendem a se somar e confundir a obtenção de um diagnóstico preciso.
Como acabar com a tontura da labirintite e aliviar os sintomas?
A partir do conhecimento sobre quais são os sintomas da labirintite, é hora de explorar as opções disponíveis para o tratamento e alívio das crises. Em primeiro lugar. podemos citar que existem diversos tipos de medicamentos aplicados aos cuidados com essa inflamação, tanto na prevenção quanto na cura.
Os remédios mais comuns nesse tratamento são:
vasodilatadores: servem para melhorar a circulação e podem reduzir inflamações;
labirinto-supressores: atuam no sistema nervoso para atenuar a tontura;
anticonvulsivantes e antidepressivos: inibidores hormonais para regular a captação de serotonina;
antieméticos: servem para cortar a sensação de náusea, enjoo e vômito.
Podemos indicar outras maneiras de como acabar com a tontura da labirintite, especialmente para evitar ou aliviar as crises. Nesse caso, é importante se deitar imediatamente e ficar em uma posição com maior conforto, deitado de lado preferencialmente, para o caso de sofrer com enjoo.
Também se recomenda ficar em um local mais tranquilo, silencioso e com iluminação suave. Estímulos sonoros e luzes fortes podem piorar a crise. Por fim, é indicado evitar a ingestão de chocolate, café, álcool e similares, já que esses alimentos podem piorar o desconforto gástrico.
Como última medida, é interessante manter a hidratação, especialmente se houver sudorese e vômito, para repor fluidos perdidos.
Conforme mencionado, existem medicamentos que servem para cortar a tontura da labirintite. Para obter a receita, você pode passar por atendimento com clínicos gerais ou especialistas em otorrinolaringologia.
Dessa forma, vamos finalizar esse conteúdo. Aqui, esperamos que tenha ficado claro quais são os sintomas da labirintite, quais suas causas, fatores de risco e como tratar eventos de crise.
Como medida preventiva, podemos incluir ainda a procura de hábitos mais saudáveis para a rotina, incluindo a prática de atividades físicas regulares, alimentação balanceada e realização periódica de exames.
Fonte: https://www.benegrip.com.br
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A nossa filosofia é entreter e divertir, tornando-se uma opção capaz de produzir novas e diferentes sensações. É por isso que não deixamos de atualizar nossa programação diariamente.
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Ademir Palácios
Sertanejo Gênero Musical
O sertanejo é um gênero musical composto por músicas da tradição caipira, por músicas românticas e por canções populares do sertanejo universitário.
"O sertanejo é um gênero musical brasileiro com diferentes características em suas músicas, das mais antigas, que fazem parte do sertanejo raiz, às mais atuais, o popular sertanejo universitário.
Criado a partir das modas de viola no início do século XX, o sertanejo contou com diferentes gerações ao longo do tempo. Atualmente, a música sertaneja é uma das mais populares no Brasil.
Entre os grandes nomes do sertanejo estão: Tonico e Tinoco, Zé Carreiro e Carreirinho, Chitãozinho e Xororó, Milionário e José Rico, Zezé Di Camargo e Luciano, Marília Mendonça, Maiara e Maraísa, Jorge e Mateus e Henrique e Juliano"
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